Quais os tipos de esterilização mais utilizados em materiais cirúrgicos

esterilização de materiais cirúrgicos

 

 

Para a boa saúde, todos sabem que algumas preocupações são fundamentais. O ideal é sempre fazer a prevenção e evitar a necessidade das intervenções corretivas. Entretanto, é uma realidade que a medicina está dia após dia mais evoluída e preparada para que as pessoas tenham uma qualidade de vida cada vez melhor. Uma vez precisando de uma intervenção cirúrgica, a principal preocupação é com a qualidade do procedimento e toda a assepsia envolvida. As infecções são os maiores problemas desse processo, quando não é bem feito.
Sendo a assepsia fundamental para o pleno sucesso dos procedimentos cirúrgicos, é importante conhecer quais são e como são feitos os processos de esterilização dos materiais cirúrgicos. Eles podem ser físicos e químicos e se aplicam para diferentes situações, dependendo do tipo de equipamento e de contaminação.

Esterilização física

  • Usando vapor saturado sob pressão – é o processo que usa autoclaves para que a esterilização se concretize. É uma das mais populares formas de tornar estéril um material cirúrgico nas redes hospitalares.
  • Usando calor seco – é feito por um processo de estufa de ar aquecido.
  • Usando radiação ionizante – é um processo diferenciado de esterilização. A começar por ser totalmente diferente dos outros dois, já utiliza baixas temperaturas para o processo. Assim sendo, é recomendado para uso em materiais termossensíveis, evitando danos por conta das altas temperaturas. A radiação funciona como um processo antimicrobiano, acontecendo por alteração da composição molecular de células. Elas ganham ou perdem cargas elétricas e tem seu DNA modificado pelo processo.

Esterilização química

  • Glutaradeído – é um processo que se vale da ação biocida do componente. E não é só isso, ele tem ação virucida, fungicida e esporicida. Ou seja, bastante completo para uma perfeita esterilização.
  • Formaldeído – Tem as memas funções fungicida, virucida e bactericida. Entretanto, necessita de cerca de 18 horas para se tornar também um esporicida, o que retarda o processo.
  • Óxido de etileno – sempre que um material cirúrgico não puder ser exposto ao calor ou a líquidos que cumprem o processo de esterilização. É muito comum quando existe algum tipo de circuito elétrico a ser exposto ao processo.
  • Peróxido de hidrogênio – é um antioxidante que, quando está concentrado, tem poder desinfetante. É necessária concentração de cerca de 3 a 6%. É usado amplamente em superfícies planas e equipamentos termossensíveis.
  • Ácido Peracético – Quando está em baixa temperatura, tem ação esporicida. Funciona muito bem mesmo na presença de matéria orgânica. Também pode ser usado em materiais termossensíveis. Vale ressaltar que alumínio anodizado não pode sofrer esse tipo de esterilização.
  • Plasma de Peróxido de Hidrogênio – É aplicado e indicado para metais como alumínio, bronze, látex, PVC, aço inoxidável, silicone, teflon, borrachas diversas, muitos materiais que possuem fibra óptica, materiais elétricos e muitos outros. Vale ressaltar que a aplicação nesses materiais se dá por não ser um produto oxidante.

Esterilização é o primeiro passo para o sucesso

A Axiste, empresa de materiais cirúrgicos no Rio de Janeiro, defende que o bom manuseio dos equipamentos de acordo com as recomendações em relação a limpeza e asseio, são a grande diferença entre procedimentos de sucesso. A Axiste reafirma a sua defesa pelo bom uso de todos os produtos dessa natureza.